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Pode ler aqui a carta hoje enviada a quatro deputados portugueses no Parlamento Europeu sobre a possível nomeação de Tonio Borg como Comissário Europeu.
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Vamos ver se você acha o problema neste caso:
O funcionário do Ministério Público em Piracicaba Regis Monteiro foi tirado à força do plenário da Câmara Municipal de Piracicaba durante a sessão do dia 29 de Outubro de 2012 por não ficar de pé durante a leitura de um trecho da Bíblia. A ordem para removê-lo foi dada pelo Presidente da Câmara João Manuel dos Santos, do PTB, e ele foi retirado por um policial militar e um guarda municipal.
Pior é que eles não tão nem aí. Disseram depois que quem quiser participar das sessões da Câmara tem mesmo é que se levantar senão é mandado pra fora mesmo!
Adivinha qual esfera do governo de Piracicaba vai ser processada por cometer vários atos inconstitucionais?
Primeiro, ficar lendo Bíblia nas sessões já é um ato ilegal. Já mostra que a Câmara trabalha em prol dos cristãos em detrimento de todo mundo que não é cristão. A Câmara Municipal precisa ser um ambiente convidativo para 100% da população o tempo todo e não pode favorecer certos cidadãos só porque são maioria.
Segundo, ao expulsar o funcionário do Ministério Público de Piracicaba por não ficar de pé na leitura daquela ladaínha chata, o Presidente está mostrando que somente cristãos são aceitos nas premissas do plenário. É umbandista? Eles não te querem lá. É muçulmano? Perigoso te chamarem de terrorista enquanto te arrastam pra fora. É ateu? Tá na pica, pois você não é sequer considerado cidadão pra esses vereadores.
Será que esses vereadores não sabem que eles, mais do que ninguém, deveriam saber o que é inconstitucional? Por mim, eu processava a Câmara até perder toda a verba do ano e removia os direitos políticos de todos aqueles pamonhas que estão sentados lá.
E tem gente que ainda fala que ateus não sofrem discriminação, que tão procurando pêlo em ovo, etc. Aí ó! A gente não tem nem a liberdade de não ter que ouvir crente falando, nem mesmo a de ouvir sentado quieto no próprio canto!
Fonte: Paulopes, G1, Jornal de Piracicaba, Mais G1, YouTube, Mais Paulopes.
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A Associação República e Laicidade escreveu aos grupos parlamentares da Assembleia da República sobre a isenção de impostos patrimoniais (IMI, IMT…) de que gozam a igreja católica e outras comunidades religiosas.
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Frequentemente, dizem-nos que «já não há crucifixos» nas escolas públicas portuguesas. E todavia, todos os anos os jornais publicam fotografias que não são de arquivo e onde aparecem os ditos crucifixos.

A fotografia acima foi publicada no Público de 17/9/2012 (página 10), e documenta um referendo que tivera lugar no dia anterior na freguesia de Milheirós (Santa Maria da Feira). Aparentemente, será a EB 1 local. (Pode clicar na fotografia para aumentar.)
Outro exemplo, do Público de 20/11/2011, com uma fotografia de Resende.

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É muito bonito ver um indivíduo nomeado por um quase teocrata regente do bairro mais mal frequentado de Roma a mandar bitaites sobre democracia.
O convite à mansidão e obediência é uma coisa muito católica, nomeadamente quando pode sobrar para eles no que toca à perda de benefícios, e ainda por cima quando a austeridade já teve efeitos na sua congénere italiana. As respectivas IPSS andam a ajudar muita gente afectada pela crise, o que não parece ser de todo mau pois representa um provável incremento de influência na sociedade a longo prazo (mas não esqueçamos que o verdadeiro altruísmo não exige nada em troca). E isto num país onde ser católico é cada vez mais uma questão de tradição do que de convicção, nem que tal tenha de ser imposto quase à força e/ou sem o consentimento do indivíduo, o que infelizmente não é a excepção mas sim a regra, um atentado ao direito de não se ser membro de um clube mal frequentado.

Numa altura em que se fala tanto das gorduras do Estado faça-se então as contas de quanto não se arrecada em IVA, IMI e outros impostos à custa de uma Lei de liberdade religiosa/Concordata que deviam ter um capítulo especial no Memorando da Troika. Ou então aplicar as mesmas regras a todos os cidadãos – como p. e. transformar o pagamento de um certo imposto numa coisa facultativa.
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A Associação República e Laicidade assinou, em conjunto com outras associações laicistas, a declaração «Não ao “delito de blasfémia”».
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