She was not one of them
She never had a friend
She was the one that got taste
She was not one of them
She always stands alone
Nobody gave her returns
she was always pushed around
she was not one of them
She is in love with the devil, She is in love with Lucifer
This is her revenge for all the years of pain and tears
Fire is falling from the sky, she is burning down her past
She starts a new life, to hell with Jesus Christ
Love with the devil, She is in love with Lucifer
This is her revenge for all the years of pain and tears
Fire is falling from the sky, she is burning down her past
She starts a new life, to hell with Jesus Christ
Her parents died by accident
She never felt in love with someone
Nobody understood her fear
And every night she cryied for help
she prayied to God ’cause she was told to
But he never spoked to her
She felt so cold and left alone
But then the fallen angel came
And then the fallen angel came
To heal the pain inside her heart
Her broken heart
she close her eyes and soul
His goodness and the truth
She is not alone
He’s always there
She is in love with the devil, She is in love with ucifer
This is her revenge for all the years of pain and tears
Fire is falling from the sky, she is burning down her past
She starts a new life, to hell with Jesus Christ
Love with the devil, She is in love withLucifer
This is her revenge for all the years of pain and tears
Fire is falling from the sky, she is burning down her past
She starts a new life, to hell with Jesus Christ
Na linha de iniciativas do grupo Encontros Ateístas e Humanistas de Lisboa, liderado pelo nosso amigo Miguel Duarte, a PAMAP vem apresentar aos seus associados e visitantes a iniciativa Reunião para Discussão de Protesto contra Visita Papal. Esta acção já vai na linha de colaborações anteriores entre as duas organizações (ver aqui)
A PAMAP já tinha lançado uma iniciativa com essa ideia de fundo (que pode ver aqui) e aproveitamos esta oportunidade para promover um encontro de mentes e de sugestões para mostrar que nem toda os Portugueses estão radiantes com a visita do papa(mobile).
O encontro será no dia 24 deste mês no Fábulas que fica na Calçada Nova de São Francisco, nª14 , em
Lisboa. Normalmente os encontros acontecem na sala do 1º andar (é só perguntar no local onde fica).
Apareçam
Depois da Irlanda é em torno da Igreja alemã que agora se faz luz sobre o assunto dos abusos sexuais, implicando padres, particularmente nos internatos dirigidos por ordens religiosas.
DUBLIN – Sete pessoas foram detidas pela Polícia da Irlanda nesta terça-feira, 9, por suspeita de participação em um plano para assassinar um cartunista sueco que fez um desenho do profeta Maomé com o corpo de um cachorro.
Em paralelo com o que aconteceu recentemente a Kurt Westergaard, a polícia irlandesa deteve hoje sete indivíduos muçulmanos suspeitos de conspiração contra Lars Vilks, caricaturista sueco responsável por uma representação canina do Profeta Mohammed. Publicada em Agosto de 2007 num jornal da localidade sueca de Orebro como ilustração para um editorial sobre a liberdade de expressão, provocou reacções negativas um pouco por todo o mundo muçulmano, incluindo na Suécia.
Vilks é obrigado agora a ter uma rotina bastante cautelosa, pois oferecem até 150.000 dólares pela sua cabeça (literalmente, pois o prémio base é de 100.000, com um extra de 50.000 se o decapitarem), prémio lançado na internet pelo chefe da Al-Qaeda do Iraque.
O sueco, porém, afirma não ter medo e que vale a pena morrer pela sua arte, tendo insistido na importância do seu material como defensor da liberdade de expressão.
Vale ainda a pena ver esta reportagem da CNN sobre a vida de Lars Vilks após as ameaças. Uma interessante senhora muçulmana (uma espécie de Darth Vader, ao longe) é entrevistada e mostra que, mesmo debaixo do nosso nariz, há gente que não merece de maneira nenhuma a tolerância que um país civilizado lhe oferece. Cada vez que ouço falar em multiculturalismo quase que me dá vontade de rir…
PS: Em solidariedade com Vilks, esta caricatura merece ser publicada em todos os domínios internéticos, nomeadamente blogues e redes sociais.
Alicja Tysiac tinha processado um jornal católico, Gosc Niedzielny, e o Arcebispo de Katowice porque tinha sido insultada e comparada a uma criminosa por ter defendido o direito ao aborto. O processo, em primeira instância, tinha sido favorável a Alicja Tysiac.
Os clérigos recorreram. Perderam !
[O tribunal superior] rejeitou o recurso e confirmou a sentença da primeira instância favorável a Alicja Tysiac. A revista episcopal e o arcebispo de Katowice deverão publicar desculpas a Alicja Tysiac por a terem comparado aos criminosos nazis e por terem usado contra ela um discurso de ódio. Deverão igualmente pagar 30.000 zlotys (cerca de 8.000 euros) por danos assim como as custas judiciais.
Nota : DA agradece a informação ao leitor Eduardo C. Dias.
A tira já é da semana passada mas é brilhante com de costume. A cada tira que passa gosto mais deste senhor.
O Império Romano foi cimentado pelo cristianismo, mas a Europa moderna – e essa é uma singularidade sua – foi construída pelas suas elites políticas e intelectuais, através da separação da Igreja e do Estado, em contínuo confronto com o catolicismo romano, avesso à modernidade.
Os países dominados pelo cristianismo ortodoxo, onde o direito tem natureza política, não conseguiram a laicidade do Estado e essa é a principal razão para que nenhum país ortodoxo tenha conseguido um Estado moderno.
Mas, talvez a mais dramática das sequelas da moral religiosa tenha sido a obsessão pela repressão sexual que causou a infelicidade, o medo e o trauma do pecado em relação a uma fonte de prazer e de realização humana. E, o pior de tudo, o carácter misógino que impediu a emancipação da mulher, o direito à sua determinação social, profissional e cívica, reprimida pelos mais boçais e cruéis preconceitos patriarcais.
Neste ano do Centenário da República Portuguesa, precisamos de um sobressalto cívico, laico e republicano, que ecoe pelo Planeta e ponha termo às guerras religiosas que a fé faz detonar e ao terrorismo de quem julga cumprir a vontade de um deus cruel, violento e vingativo, uma criação obscena do desvario dos seus crentes.
O diálogo de religiões é uma impossibilidade teórica e prática. Pode – e deve – haver um diálogo de culturas. Aliás, as culturas contaminam-se, no sentido sociológico, e acabam por ser a síntese de várias, o produto da convivência entre comunidades diversas, o resultado da assimilação mútua e recíproca dos usos e costumes de todas e de cada uma.
O diálogo das religiões é diferente, é uma utopia, na melhor das hipóteses e, na pior, uma operação de marketing para facilitar o proselitismo e disfarçar a aversão recíproca. A religião, qualquer que ela seja, considera-se a única que interpreta a vontade divina e exige que todos se submetam à vontade do seu Deus.
Os homens podem entender-se mas os deuses exigem o confronto. O boato de que os livros sagrados são a expressão da vontade divina, ditados por anjos ou intermediados por profetas transforma as palavras em dogmas e os recados de Deus em sentenças de obediência obrigatória.
The February 2010 issue of International Humanist News has been published. This edition includes a feature on the rights of the child.
Em 6 Maio de 2004, o Independent do Reino Unido apresentava a notícia que os líderes islâmicos acusavam milícias cristãs de “genocídio” contra muçulmanos. Numa semana de ataques entre diferentes grupos religiosos na Nigéria, 300 pessoas morreram por causa de conflitos, onde não sobrevivem nem mulheres nem crianças.
Em 7 de Março de 2010 temos esta notícia da Reuters:
“O Presidente da Nigéria ordenou que forças de segurança perseguissem os responsáveis por a morte de perto de 300 cristãos nas mãos de muçulmanos”.
Um olho por um olho…Corão 5:45, Exodo 21:24
A religião envenena tudo.
À semelhança do que as almas católicas/cristãs extremistas e extrema-direita fizeram há poucas semanas, por terras madrilenas o dia de ontem foi de manifestação, com o apoio e presença de membros da ICAR espanhola. Em Bilbau, Barcelona e Sevilha também houve mobilização.
O PSOE aprovou recentemente a nova lei da IVG (a entrar em vigor em Julho), que dá plenos direitos às mães de a efectuarem até às 14 semanas de gestação. Aliás, esta não foi a primeira vez que houve mobilização popular contra esta medida. Em Outubro passado, uma manif reuniu plataformas pró-vida, clérigos, cidadãos anónimos e políticos da oposição, algo que foi mais encarado como um movimento anti-governo Zapatero (percursor de medidas e leis consideradas progressistas nos países civilizados mas que provocam o asco do catolicismo e cristianismo mais ortodoxo e conservador). E entre os gritos a pedir a demissão e queda do PM espanhol mais uma vez se notou a presença de políticos do PP- Jaime Mayor Oreja (porta-voz do PP no Parlamento Europeu), alguns deputados e o Alcaide de Madrid, Alberto Ruiz Gallardón, participaram na marcha.
Uma das exigências dos manifestantes é de que o PP espanhol cumpra o compromisso de incluir no seu programa eleitoral a abolição desta lei (partido que já afirmou querer levá-la ao Tribunal Constitucional).
Lembrando um bocado as divergências entre sindicatos e autoridades no que toca a números, contou com cerca de 10.000 pessoas, de acordo com uma agência citada no El País, não coincidindo com o que a organização afirmou- meio milhão, cerca de um quinto dos presentes na manifestação de Outubro. O periódico espanhol afirma mesmo haver uma cisão entre os movimentos pró-vida espanhóis por questões ideológicas e organizacionais, sendo que entre os dois principais apenas um marcou presença ontem nas ruas madrilenas.
Até Julho prometem voltar à carga. A a coisa deve aquecer mais para o final do ano, pois a tour europeia de Ratzinger visitará os nuestros hermanos em Novembro…
PS: Destaco ainda algo que se passou no início deste mês. Depois de ler isto ainda fiquei mais republicano do que era.
Depois dos bispos espanhóis terem afirmado que “qualquer político católico que votasse favoravelmente o alargamento dos prazos para realização do aborto naquele país, estariam a colocar-se fora da Igreja e por conseguinte não deviam comungar“, amansaram no que respeitava ao Rei Juan Carlos. O bispo auxiliar de Madrid afirmou que estes políticos teriam uma opção livre, o mesmo não se aplicando ao monarca.
«Que sua majestade o Rei tenha que viabilizar esta lei com a sua assinatura é uma situação única. Nenhum outro cidadão teria de enfrentar isto” pelo que os “princípios gerais” não se devem aplicar a ele»[Renascença]
Porém, um grupo anti-aborto está de momento a recolher assinaturas para que JC não viabilize o documento. O mesmo artigo cita uma situação semelhante passada em 1990 com o mui católico Rei Balduíno da Bélgica, que recusou assinar a lei da IVG. Como constitucionalmente era obrigado a tal, “preferiu abdicar temporariamente durante menos de dois dias, durante os quais um conselho de ministros assumiu os seus deveres e assinou a lei em vez dele“.
A ministra da Justiça alemã, Sabine Leutheusser-Schnarrenberger, acusou hoje, segunda-feira, o Vaticano de bloquear a investigação de abusos sexuais de menores em instituições da Igreja católica.
Dizem que Deus é omnipotente. Não explicam como o descobriram nem sequer como se testa se alguém é omnipotente e não apenas muito poderoso. Dizem que é, e pronto. E a omnipotência é problemática, como ilustra o clássico exemplo de Deus criar uma pedra tão pesada que nem ele possa levantar. Se Deus é omnipotente então consegue criar um objecto inamovível. E se é omnipotente consegue movê-lo. Mas se consegue movê-lo é porque não o conseguiu criar inamovível. Ou seja, mesmo quem é omnipotente não pode fazer tudo, ao contrário do que o termo sugere.
Os defensores da omnipotência dizem que este problema se resolve restringindo a omnipotência apenas ao que é logicamente possível e definindo em seguida o âmbito dessa possibilidade. O que foge ao problema, que era precisamente ser preciso encolher a omnipotência para ser menos que “pode fazer tudo”. Mas adiante. Explicam então que se Deus é omnipotente é capaz de mover qualquer objecto. Assim, é logicamente impossível existir um objecto inamovível e, por isso, a incapacidade de Deus criar tal objecto não contradiz a sua omnipotência. Sendo esse objecto logicamente incompatível com um deus omnipotente, conclui-se que um deus omnipotente não consegue criar um objecto que não possa mover.
Como é regra nestas “explicações”, a hipótese parece razoável só até considerarmos alternativas. Por exemplo, se um objecto é inamovível é logicamente impossível movê-lo. E se um Deus é omnipotente pode criar qualquer objecto, mesmo inamovível. E como é logicamente impossível mover um objecto inamovível, a incapacidade de Deus mover tal objecto não contradiz a sua omnipotência. Demonstra-se assim exactamente o contrário do parágrafo anterior: Deus pode criar um objecto inamovível – afinal, é omnipotente – mas não o pode mover porque isso seria logicamente impossível – o objecto é inamovível, por definição – e Deus só pode fazer o que é logicamente possível.
A hipótese de haver um ser que pode fazer tudo cria inconsistências como esta entre poder criar um objecto inamovível e poder mover esse objecto. Para eliminar tais inconsistências basta eliminar uma das hipóteses. Ou consegue criar qualquer objecto mas não consegue mover os inamovíveis, ou consegue mover qualquer objecto e não consegue criar um que seja inamovível. Mas isto não resolve o problema original que é não ser possível ter poder para para tudo. É sempre preciso substituir a noção de omnipotência, que em vez “pode fazer tudo” passa a ser “só pode fazer aquilo que não torne a ideia absurda”.
Ainda assim, ficamos com duas formas diferentes mas perfeitamente equivalentes de eliminar a contradição. E ficamos sem saber se a omnipotência de Deus lhe permite mover qualquer objecto ou se lhe permite criar objectos inamovíveis. Sabemos que ambas não pode ser, mas qual das alternativas é a correcta permanece um mistério. Como tudo o resto, nestas coisas.
O problema principal é que todas estas hipóteses são gratuitas e inúteis. Não há qualquer observação que nos indique se a omnipotência de Deus permite, ou não permite, criar um objecto inamovível. Não há nada que se explique com estas hipóteses. E o mesmo se passa com a própria hipótese da omnipotência.
Há muitas hipóteses que não podemos descartar sem ficar com dados a nu, com coisas por explicar. Se descartarmos a gravitação não percebemos o movimento dos corpos. Sem o electromagnetismo não compreendemos a luz e a electricidade. Sem a evolução não se percebe a diversidade dos seres vivos, e assim por diante. Mas se descartarmos a hipótese de existir um deus omnipotente toda a nossa compreensão daquilo que observamos fica na mesma. Não perdemos nada ao rejeitar essa hipótese.
Além disso, descartar a hipótese que Deus existe resolve uma data de problemas destes. Problemas inconsequentes mas que, como os símbolos do Reiki, infelizmente muita gente leva a sério. O problema de Deus já saber tudo o que eu vou fazer ao longo da minha vida, tornando a minha liberdade numa mera ilusão. O problema de permitir que crianças sofram com doenças e acidentes. O problema de ser extremamente exigente quanto a rituais e comportamento mas não esclarecer qual dos livros sagrados, doutrinas e líderes religiosos é o certo. Todos esses problemas desaparecem, sem qualquer desvantagem, se fizermos à hipótese de Deus o que fazemos com a do Pai Natal.
É uma razão forte para ser ateu. É análoga ao que me leva a fazer contas sem me pôr a somar zero e a multiplicar por um a cada passo. Mesmo que seja logicamente consistente e mesmo que não altere o resultado é tempo perdido e não adianta de nada.
Em simultâneo no Que Treta!
Não podemos deixar-nos iludir pelo aparente carácter benigno do cristianismo actual, confiantes de que a luta contra a tirania eclesiástica e os seus interditos foi ganha pelo Iluminismo, pela Revolução Francesa e pela secularização em curso na Europa. Não há vitórias definitivas. O Deuteronómio, que inspirou os inquisidores e não foi revogado, ordena explicitamente aos fiéis que matem qualquer pessoa que professe simpatia por deuses estrangeiros e exige ainda que as pessoas demasiado susceptíveis para tomar parte nas chacinas religiosas devem, também elas, ser mortas. (Ob. Citada 17:12-13).
A raiva e frustração árabe contra o Ocidente, que está na origem do terrorismo suicida e assassino, bem como do seu atraso económico, social e político, é consequência dos versículos do Corão que intoxicam e enlouquecem os crentes. Ler esse plágio grosseiro dos versículos bíblicos, imune à influência da cultura grega e do direito romano, mostra a escassez da compaixão em detrimento da violência, a submissão humana à vontade do deus – o clemente – que um profeta analfabeto imaginou.
As páginas do Corão apelam constantemente à destruição dos infiéis, da sua cultura e civilização, bem como dos judeus e cristãos (por esta ordem) em nome do mesmo Deus misericordioso que alimenta a imensa legião de clérigos e hordas de terroristas.
Como entender que haja quem creia, e, pior, quem aceite impor a tolice criacionista nas escolas e que a Terra, apenas a Terra, nasceu no Sábado, 22 de Outubro de 4004 A.C., às seis horas da tarde – como infantilmente calculou o famoso arcebispo James Ussher de Armagh –, num universo que terá começado há cerca de 12 mil milhões de anos?
Com que cara fitaria hoje, cada um de nós, homens civilizados, a nossa mãe, a mulher, as nossas filhas ou as irmãs, se cumpríssemos a recomendação do Talmude – manual de maus costumes, como diria Saramago –, o livro sagrado mais antigo, em uso contínuo, que ordena ao crente que agradeça todos os dias ao criador por não o ter feito mulher?
É essa misoginia que observamos em Paulo de Tarso, judeu de cuja dissidência nasceu o cristianismo, quando expressava medo e desprezo pelas mulheres, que o A.T. afirmava terem sido criadas para uso e consolo do homem. Que demência pode justificar o medo primitivo de que metade da raça humana fosse simultaneamente suja e impura como atestam os textos religiosos?
Se os funcionários de deus não tentassem inculcar a religião de forma coerciva, não teríamos necessidade de uma vigilância contínua e de autodefesa, mas estamos longe do arrefecimento do entusiasmo prosélito e do totalitarismo das religiões que disputam o mercado da fé. Santo Agostinho continua a ser uma referência ética da Igreja católica, o santo doutor que argumentava que se a tortura era adequada para aqueles que violavam as leis dos homens era-o ainda mais para aqueles que violavam a lei de Deus. (O Fim da Fé, Sam Harris, pág. 94)